Nossa cara, vou falar uma coisa pra vocês. O astral do show na Planet Music do dia 18/03 foi absurdo! O público cantando e se divertindo ao som da banda, o sentimento de entrega de ambos, público e banda, foram demais. Foi muito emocionante pra gente. Emoção esta que nos carrega e nos faz seguir à diante no difícil e concorrido underground carioca. Ao fim da apresentação as pessoas nos procurando no camarim, vindo falar com a gente com um brilho no olhar daqueles que te faz pensar “somos grande!” Mas não era um pensamento no sentido prepotente de maximizar nosso lugar no circuito carioca, mas sim, por tornar a noite destas pessoas mais feliz. Ficamos muito emocionados de ter visto isso neste dia que ficará marcado e nos servirá de incentivo para fazermos sempre o nosso melhor a cada show. Muito obrigado a todos de coração... E que os deuses do rock continuem sempre abençoando a todos nós!
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Salve, salve facção mobile drink! Seguinte... Dia 18/03 estaremos barbarizando o bairro de Cascadura na Planet Music junto com as bandas: 7 Quedas, Audio Nova, Fast Case, NP Simples!!!. Os shows começam à partir das 21:00 h ( pontualmente).
* Mande seu nome pra gente colocar na LISTA AMIGA - Mobile drink. Você paga mais barato, R$ 12,00, e este dinheiro reverte pra banda. Afinal o músico também precisa beber!
É só retornar o email com o seu e outros nomes ( nome/sobrenome ) de pessoas que você vai levar.
Nos encontramos lá.
Local: Av. Ernani Cardoso 66, Cascadura. RJ.
Maiores informações no flyer.
Este show aconteceu em 2008 no teatro Odisséia na final do festival Bdbanda, evento organizado na época pelo Jornal do Brasil. Foi um show de muita troca de energia com o público. A Mobile drink se prepara para lançar novo material em 2011 com os novos e excelentes músicos. A MOBILE DRINK agora é: Ronan ( vocal ), Bruno Valadão ( baterista ), Guilherme Moraes ( Guitarrista ) e Pedro Faria ( Baixista ). Fiquem ligados. Um agradecimento todo especial do Cultura da Ação por ter gravado e mandado o vídeo. Valeu mesmo!
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Fala galera! Bom, agradecemos a todos que foram ao evento. Novos eventos acontecerão, fiquem ligados em mais novidades da Mobile drink. E saiba mais também sobre as outras bandas que se apresentaram no evento. São elas: Marafos, Lado 2 e 7 Quedas.
Não dá pra discordar da verdade. Mais uma vez Lobão tem razão em falar mal daquilo que já foi pólo cultural do país. Esse texto foi tirado do DIA ONLINE ( 09/02/11 ) e coloquei somente os trechos que são pertinentes a música e a cultura do Rio. Leia e pense no que se pode fazer pra melhorar. COMENTE.
Rio - Lobão fica hipnotizado com o que parece ser uma cena de cinema: de madrugada, perambulando na Lapa, ele dá de cara com um cadáver em pleno fervo da Avenida Mem de Sá. “Ele estava lá paradão, como todo cadáver, em cima de uma poça de sangue na frente do botequim e ninguém em volta dando bola, uma loucura”, reage o roqueiro que tem fama de louco. “Quando o rabecão chega, o dono do bar coloca uma mesa em cima da poça de sangue e a vida continua. Foi a gota d’água, por isso resolvi deixar a cidade. Não posso ser cúmplice disso”, desabafa Lobão.
O músico carioca ainda se lembra bem daquela imagem ‘punk’ e, desde 2006, juntou toda a sua tribo, deixou o Rio e foi atear som em São Paulo. Nesta sexta-feira, porém, o cantor, compositor e multi-instrumentista recorda o princípio da carreira e revisita sua obra no Circo Voador, na mesma Lapa, onde um cenário de fim do mundo há cinco anos o fez achar que tudo deu errado. “Amo minha cidade, mas estou em discordância cultural com o Rio, que hoje é só novela, samba, funk, futebol e um padrezeco surfista no domingo. A cidade está um caco e todos achando tudo joia”, dispara sua metralhadora giratória.
No Circo Voador, ele vai apresentar duas novas canções, ‘Das Tripas, Coração’ e ‘Song For Sampa’. Esta, traz o verso “Passageiros no metrô/Rua Augusta e roquenrou/Eu penso, essa é minha cidade”, e é uma declaração de amor à cidade onde mora hoje. “O Rio está sem rebeldia e isso aproxima a cidade do túmulo do rock, cheio de gente milimetricamente mal vestida. O cara que ouvia Led Zeppelin semana passada agora toca chorinho na Lapa. Se colocar um ‘pauduretrônomo’ nesses caras, vai dar baixa total. No Rock In Rio, periga o público formar uma quadrilha de São João na frente do show do Iron Maiden”, prevê. Enquanto denuncia o que classifica como decadência sem elegância do Rio, Lobão defende-se do rótulo de maluco. “Dizem que sou louco para acabar com meu discurso. Acha que é fácil tocar 15 instrumentos, compor, lançar discos e ainda ser empresário? Não dá para uma pessoa maluquinha fazer isso durante 35 anos, não é?”.